Colhe-se aquilo que se planta. A equação é simples, ação e reação, e a vida não tem compaixão ou dó, você não pode voltar atrás. Isso não significa que não devemos fazer aquilo que nos dá vontade, pelo contrário, é muito melhor se arrepender daquilo que se fez, do que daquilo que não se fez. Eu, tu, ele, nós somos todos insignificantes perto do todo, não passamos de formiguinhas operarias de uma gigantesco formigueiro chamado universo.
Os profetas do Kansas um dia disseram, não ao pé da letra, mas passaram a mensagem de que devemos agir, devemos fazer! Não tomar atitudes e simplesmente deixar as oportunidades passarem e sumirem ao vento é o primeiro passo para desenvolver um câncer em qualquer lugar que seja. Claro, antes de agonizar no leito do hospital, passará muitas horas agonizando por dentro, de angustia por ser fraco e não ter forças para lutar contra seus próprios dogmas e preceitos de razão, de verdade, de vida.
Mal sabemos que somos nós mesmo quem nos acorrentamos, somos nós mesmo quem preparamos nossa própria cova, traçamos o nosso próprio caminho das pedras e sobre espinhos, rochas pontiagudas e cacos, marchamos rumo a um pseudo-futuro cheio de alegrias e felicidades. Lá, já teremos esquecido tudo o que não tivemos coragem de fazer ou deixado de fazer. Lá, teremos uma felicidade efêmera, viveremos o momento achando que foi o melhor, que fizemos o melhor, que somos o melhor que pudemos construir. Lá, já teremos esquecido tudo, já seremos infelizes o suficiente para lembrar como é ser feliz.
Os profetas do Kansas um dia disseram, não ao pé da letra, mas passaram a mensagem de que devemos agir, devemos fazer! Não tomar atitudes e simplesmente deixar as oportunidades passarem e sumirem ao vento é o primeiro passo para desenvolver um câncer em qualquer lugar que seja. Claro, antes de agonizar no leito do hospital, passará muitas horas agonizando por dentro, de angustia por ser fraco e não ter forças para lutar contra seus próprios dogmas e preceitos de razão, de verdade, de vida.
Mal sabemos que somos nós mesmo quem nos acorrentamos, somos nós mesmo quem preparamos nossa própria cova, traçamos o nosso próprio caminho das pedras e sobre espinhos, rochas pontiagudas e cacos, marchamos rumo a um pseudo-futuro cheio de alegrias e felicidades. Lá, já teremos esquecido tudo o que não tivemos coragem de fazer ou deixado de fazer. Lá, teremos uma felicidade efêmera, viveremos o momento achando que foi o melhor, que fizemos o melhor, que somos o melhor que pudemos construir. Lá, já teremos esquecido tudo, já seremos infelizes o suficiente para lembrar como é ser feliz.
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